Mais matérias podem ser atacadas, além de Filosofia e Sociologia! Veja...

Bolsonaro e o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Bolsonaro e o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

É a lógica do mercado que impõe

Categoria: Educação | Além de Filosofia e Sociologia, o governo Bolsonaro pode atacar também outras disciplinas das áreas de Letras e Humanas, como Literatura, História e Geografia. O argumento é o mesmo apresentado para investir contra as duas primeiras. 

Para alguém xucro como Bolsonaro e seu ministro da Educação — Abraham Weintraub — Literatura, História e Geografia também são desnecessárias, pois a prioridade é apenas focar na leitura, escrita e conta, tal como os dois já falaram pelo Facebook. Continua, após o anúncio.

Exigência do mercado

Na verdade, as investidas de Bolsonaro contra disciplinas que supostamente não dão retorno imediato ao dinheiro do contribuinte é uma velha exigência do mercado, sobretudo nesses tempos sombrios de neoliberalismo e flerte com o fascismo.

Um grande capitalista não tem interesse em contratar um empregado culto, que conheça  História, grandes escritores e saiba de geo política. Para que serve uma trabalhador assim dentro de uma empresa? Para contestar e exigir direitos, algo que causa horror nos patrões.

Ademais, grandes empresários acham também um desperdício pagar impostos para financiar tais disciplinas, pois não veem na prática como elas poderiam ajudar a melhorar os seus lucros. Por isso, só acreditam na Matemática, Física, Química e Biologia, que podem gerar pesquisas que levem à criação de produtos e tecnologias que cresçam seus rendimentos.

É preciso, pois, deter Bolsonaro e seu ministro Weintraub e impedi-los de banir Filosofia e Sociologia das faculdades e escolas da Educação Básica. Caso consigam seu intento com essas duas matérias, outras também poderão entrar na linha de corte.

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