Apelou | Presidente do TRF-4 fala 5 absurdos para tentar impor nova injustiça a Lula! Veja...

Justiça Todos sabem, inclusive o próprio magistrado, que o petista é inocente, algo que o STF está em vias de reconhecer.

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A "justiça" e a implacável perseguição ao ex-presidente.
A "justiça" e a implacável perseguição ao ex-presidente.

Sem tréguas. Em tom ditatorial e preconceituoso, o  presidente do TRF-4, Victor dos Santos Laus, apelou ao citar hoje (1) na Rádio Gaúcha uma série de cinco absurdas afirmações para tentar impor nova injustiça a Lula. Veja, após o anúncio.

Absurdos

Para tentar obrigar Lula a ir a regime semiaberto e dificultar processo no STF que pode garantir liberdade plena ao petista, veja declarações feitas pelo presidente do TFR-4, segundo registro do Globo. Em azul, nossos comentários:

  1. Laus declarou que Lula goza de regalia por estar preso numa dependência da Polícia Federal. Ora, que regalia pode gozar um homem que foi condenado e preso injustamente?
  2. Laus declarou que Lula não pode negar o regime semiaberto. Ora, progressão de regime é direito, não é dever. Logo, se é direito, pode ser aceito ou não. Isto inclusive é o que é sustentado por inúmeros especialistas em todo o país e no mundo.
  3. Laus declarou que Lula não é bem-vindo na cidade de Curitiba. Lula não é bem-vindo em Curitiba? Esse presidente do TRF-4 por acaso tem procuração para falar em nome de todos os moradores da cidade?
  4. Laus declarou que os imóveis no entorno de onde Lula está preso estão se desvalorizando. Ora, ele é desembargador ou corretor de imóveis para fazer tal afirmação com tanta segurança? Mas, supondo que a informação esteja correta: será que a suposta desvalorização não é porque ninguém quer comprar um imóvel nas proximidades do local em que Lula está sendo injustiçado?
  5. Laus disse que Lula foi condenado com provas. Provas? Cadê? O próprio ex-juiz Moro, em sua sentença no caso do triplex, disse que não há prova nenhuma de que o petista fosse o dono do apartamento. Tanto isto é verdade que nem o próprio presidente do TRF-4 apresentou sequer um vestígio disso em sua entrevista à Rádio Gaúcha.

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