Justiça / Ex-delegado do DOPS vira réu por matar e queimar corpos na ditadura! Confira...

Pastor Cláudio Guerra. Foto: You Tube
Pastor Cláudio Guerra. Foto: You Tube

Gerais | Frio, ele narrou com detalhes os bárbaros crimes que cometeu durante os chamados anos de chumbo no Brasil, iniciados em 1964 e concluídos em 1985. Tal como o também torturador coronel Brilhante Ustra, Guerra é o tipo de personagem de terror adorado pela família Bolsonaro. 

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Blog do Povo / Segundo matérias de hoje (24) dos grandes portais da mídia comercial brasileira, o hoje pastor evangélico e ex-delegado do DOPS Cláudio Antonio Guerra vai para o banco dos réus por bárbaros crimes que cometeu durante a ditadura, 1964-1985. Tal como o também torturador e acusado de assassinatos coronel Brilhante Ustra, Cláudio Guerra é o tipo de personagem de terror adorado pela família Bolsonaro. Continua, após o anúncio.

Segundo matéria da Folha de S.Paulo, "Guerra integrava à época [da ditadura] o Dops (Departamento de Ordem Político Social). Em março, resumiu assim à Folha o período em que, segundo o próprio, matou ou ajudou a sumir com corpos de militantes de esquerda: 'Fiz algumas coisas que não foram boas'"

"O pastor foi enquadrado por crime de ocultação de cadáver. O Ministério Público Federal foi notificado na terça (22) sobre a decisão da juíza Flávia Rocha Garcia, da 2ª Vara Federal de Campos [Rio], de acatar a denúncia feita pelo procurador Guilherme Virgílio." Continua, após o anúncio.

Cumpria ordens

"À reportagem o réu disse que a Justiça tem todo o seu respeito e que acata "sua soberania", mas que "gostaria de registrar que não agia por conta própria, era um soldado cumprindo ordens superiores".

Incinerava cadáveres

Guerra "é acusado de destruir 12 cadáveres entre 1974 e 1975, incinerando-os em fornos de uma usina de açúcar desativada em Campos dos Goytacazes (RJ)."

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