Servidores / Bolsonaro quer fim da estabilidade, corte de salários e estágio probatório de 6 a 10 anos! Confira...

Presidente Bolsonaro e ministro Paulo Guedes planejam desmontar o serviço público. Foto: Agência Brasil.
Presidente Bolsonaro e ministro Paulo Guedes planejam desmontar o serviço público. Foto: Agência Brasil.

Economia | Na prática, Bolsonaro, sua equipe econômica e aliados no Congresso querem acabar com a categoria de servidor público no Brasil, uma vez que o funcionalismo, caso projeto de Reforma Administrativa seja aprovado, passará a ser regido pelas mesmas regras do setor privado.

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BLOG DO POVO / Segundo matéria de hoje (26) do Globo, o governo Bolsonaro quer acabar a estabilidade dos servidores públicos no Brasil. Para levar a cabo tal medida, uma das ideias é aumentar o tempo de estágio probatório de 3 para 6 ou 10 anos. Outros importantes pontos da Reforma Administrativa arquitetada pelo capitão, equipe econômica do governo e o presidente da Câmara — deputado Rodrigo Maia — é a redução dos salários iniciais dos servidores e o alargamento do prazo necessário para se chegar ao topo da carreira, que pode passar para 30 anos. Na prática, o governo Bolsonaro e seus aliados no Congresso querem acabar com a categoria de servidor público no Brasil, uma vez que o funcionalismo, caso a reforma citada seja aprovada, passará a ser regido pelas mesmas regras do setor privado.

Estão demitindo pouco

Segundo ainda a matéria do Globo, o governo Bolsonaro avalia que estágio probatório de 3 anos impossibilita que haja mais demissões no setor público. "Nos últimos quatro anos, o percentual de servidores exonerados entre os que foram admitidos é inferior a 0,3%." Ou seja, para o capitão, quanto mais gente for para o olho da rua e quanto menos o servidor de baixo e médio escalão ganharem, melhor.

Estados e municípios

Fim da estabilidade seria apenas para novos servidores. Mas outros efeitos nocivos da reforma — como achatamento salarial e desmonte de carreiras — deve valer para todo mundo. Estados e municípios também entram no pacote. Queremos mudar essa forma de relação de prefeituras e estados, que exageram no número de servidores — disse o presidente, conforme ainda postagem do Globo.

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