Aprovado | Governistas celebram aprovação do aumento da idade mínima, corte de pensões e outros ataques aos trabalhadores! Veja...

Festa foi grande entre os aliados do governo Bolsonaro. Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados.
Festa foi grande entre os aliados do governo Bolsonaro. Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados.

Parlamentares fizeram festa ao ferrar os trabalhadores

Categoria: Economia | O governo Bolsonaro conseguiu hoje (4) que seus aliados no parlamento aprovassem o texto-base da reforma da Previdência. A festa foi grande, após ficar estabelecido idade mínima de 65 anos para homens e vários outros ataques aos trabalhadores. Idade mínima para as mulheres ficou em 62 anos. 

Se a votação de hoje for confirmada em plenário, além do ponto da idade mínima, pensionistas perdem 40% dos seus benefícios. Nos casos em que, por exemplo, uma viúva acumule pensão e aposentadoria, ela terá que optar pelo maior valor e receberá apenas uma pequena parte do outro benefício. Continua, após anúncio.

Publicidade

Alíquotas

No caso do INSS, a nova regra prevê alíquotas que variam de 7,5% a 14%, distribuídas em faixas salariais. Para o funcionalismo público, a alíquota pode chegar a 22%.

Professores e policiais

 Docentes saem bastante prejudicados, pois terão idade mínima mais alta e, para obter aposentadoria integral, projeto original do governo prevê 40 anos de sala de aula. No caso dos policiais, há uma articulação maior dos governistas para melhorar a proposta, embora nada esteja garantido. Continua, após o anúncio.

Oposição

Segundo matéria de hoje (4) de O Globo:

"— Esse resultado não significa resultado final da reforma da Previdência no plenário. Temos tempo de luta, tempo de resistência, tempo de derrotar a reforma da Previdência nesse plenário — disse a deputada Jandira Feghali." Feghali é do PCdoB.

"Para ser aprovada, a reforma precisa de 308 votos na Câmara, em votação em dois turnos. Depois, o texto será submetido ao Senado. Se houver mudanças, a proposta volta à Câmara e, então, é promulgada pelo Congresso Nacional."

Curta nossas redes sociais e receba atualizações sobre este tema!

Mais recentes: