STF / Ministra Rosa Weber cita até a inquisição e bate duro nos colegas lavajatistas! Confira...

Ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Carmem Lucia, durante julgamento da validade de prisão em segunda instância. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil .
Ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Carmem Lucia, durante julgamento da validade de prisão em segunda instância. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil .

Justiça | Tudo indica que os votos dos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli serão na mesma linha do voto de Rosa Weber. Carmem Lúcia é incógnita.

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BLOG DO POVO | Na sessão do STF ocorrida ontem (24), a ministra Rosa Weber votou contra prisão em segunda instância e citou até a inquisição para dar um duro recado a seus colegas que apoiam as teses de Sérgio Moro e os escândalos da Lava Jato

Ao contrário de Weber, os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux desprezaram a Constituição e defenderam o encarceramento antes do trânsito em julgado. Tudo escancarado para tentar impedir que Lula, injustiçado pela força-tarefa de Curitiba, saia da prisão. Continua, após o anúncio.

Inquisição

Em voto de quase duas horas de duração, Rosa Weber afirmou que nem a inquisição executou antes do trânsito em julgado. Weber disse também que:

"Não se tratando de prisão de natureza cautelar, o fundamento da prisão pena será a formação do que chamamos de culpa. E segundo a norma expressa da Constituição, essa convicção somente pode irradiar efeitos normativos a partir do momento definido como trânsito em julgado. Gostemos ou não." Continua, após o anúncio.

Placar

"O placar parcial está em 4 votos a favor da prisão após a segunda instância (dos ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux) e 3 contra (Marco Aurélio, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski)."

O julgamento foi suspenso e deve continuar no início de novembro. É mais tempo para Sérgio Moro e os lavatistas se articularem para manter Lula preso. Mas tudo indica que os votos dos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli serão na mesma linha de Rosa Weber. Carmem Lúcia é incógnita.

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