Urgente | Governo vai mexer na carreira e salários dos servidores e criar nova categoria no setor público! Veja...

Bolsonaro e o vice Mourão: mais ataques contra o funcionalismo. Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil .
Bolsonaro e o vice Mourão: mais ataques contra o funcionalismo. Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil .

Governo amplia ataques aos servidores

Categoria: Economia | O governo Bolsonaro quer levar ao Congresso no segundo semestre deste ano uma proposta de reforma administrativa do funcionalismo que visa mexer nos salários e carreiras dos servidores. Informação está em matéria de hoje (21) do site Valor Econômico, que apoia a medida.

O Valor informa ainda que a tal reforma deve incluir também a criação de uma nova categoria no setor público: um tipo de pessoal que nem é estatutário (que tem estabilidade) e nem é celetista (que tem direitos da CLT). Bolsonaro, na verdade, quer reeditar de forma piorada uma proposta que o governo Temer não conseguiu aprovar. Continua, após o anúncio.

Redução e aumento

Tal como também estava no projeto do Temer, a proposta requentada agora por Bolsonaro e sua equipe econômica tem como objetivo reduzir os ganhos iniciais dos servidores e aumentar drasticamente o tempo de ascensão do funcionário em seu plano de carreira. Meta é estabelecer salários iniciais com base no teto do INSS, pouco mais de R$ 5 mil.

Quanto ao crescimento do servidor, segundo a grande mídia notícia, hoje em geral um funcionário chega ao topo de sua carreira em 15 anos. Proposta é dobrar esse intervalo para três décadas. Ou seja, o servidor só terá um salário melhor quando estiver perto de morrer.

Continua, após o anúncio.

"Lula valorizou demais o funcionalismo"

Segundo ainda a matéria do ValorLula encurtou "a faixa salarial de entrada no serviço público e o topo das carreiras. Em carreiras como a de oficial de inteligência da Abin, o salário de entrada é R$ 16,6 mil e o topo da carreira é R$ 23,6 mil. (...) E ainda há bônus de produtividade independentemente de resultados." 

A matéria coloca essa política de Lula como "um desestímulo à produtividade." Ou seja, ao valorizar os funcionários com melhores salários, na verdade o ex-presidente lhes trouxe prejuízos, segundo o Valor

O Valor Econômico é do império Globo, órgão reacionário que sempre se posiciona contra os servidores públicos e tem ódio do ex-presidente Lula. Por isso a matéria é a favor da reforma administrativa de Bolsonaro

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