Porteiro / Novo fato cria mais suspeitas de que o clã Bolsonaro está envolvido na morte de Marielle!

Bozos / O álibi usado por Bolsonaro e sua família sobre suposta "mentira" do porteiro do condomínio Vivendas da Barra começa a ser desfeito pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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BLOG DO POVO / Crescem as suspeitas de que Jair Bolsonaro e seu clã estão envolvidos nos assassinatos da ex-vereadora do PSOL Marielle Franco do motorista Anderson Gomes. O álibi usado sobre suposta "mentira do porteiro do condomínio Vivendas da Barra começa a ser desfeito pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Sobre isso, postagem de hoje (4) do colunista Lauro Jardim — do Globo — diz: "Porteiro que aparece no áudio de Carlos Bolsonaro não é o mesmo que diz ter falado com 'seu Jair'". Dado é da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Continua, após o anúncio.

Diz Lauro Jardim:

"A Polícia Civil do Rio de Janeiro já tem algumas novidades nas investigações sobre a portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde Jair Bolsonaro morou até 31 de dezembro e onde mora Carlos, um dos filhos do presidente.

A Polícia já sabe que o porteiro que prestou depoimento e anotou no livro o número 58 (o da casa de Jair Bolsonaro) não é o mesmo que fala com o PM reformado Ronnie Lessa (dono da casa 65) no áudio divulgado por Carlos Bolsonaro e periciado em duas horas pelo Ministério Público. Continua, após o anúncio.

Trata-se de outro porteiro.

O porteiro que prestou os dois depoimentos em outubro - e disse ter ouvido o o.k. do "seu Jair" quando Élcio Queiroz quis entrar no condomínio - ainda está de férias.

Queiroz é acusado pela polícia de ser o motorista do carro usado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. E Lessa é suspeito de ter disparado os tiros."

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