Crime / Novos fatos sobre a morte de Marielle e o clã Bolsonaro precisam ser melhor esclarecidos! Confira...

Política / Muita coisa ainda é preciso ser explicada sobre a relação que pode existir entre os executores de Marielle Franco e a família Bolsonaro. Novos fatos surgiram.

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BlOG DO POVO / Muita coisa ainda é preciso ser explicada sobre a relação que pode existir entre os executores de Marielle Franco e a família Bolsonaro. Anderson Gomes, motorista da ex-vereadora do PSOL, também foi morto pela mesma trama. 

Embora em tempo relâmpago o Ministério Público do Rio de Janeiro tenha concluído que o porteiro do condomínio Vivendas da Barra "mentiu" quando citou o nome do presidente em depoimento à polícia, há novos fatos e interpretações que indicam que nem tudo está esclarecido. Veja, após o anúncio.

Vamos aos fatos

  • 1. Não há interfone no condomínio Vivendas da Barra, conforme apurou o experiente jornalista Luis Nassif, que publicou matéria sobre isto em seu Jornal GGN. Neste caso, explica Nassif, quando o suposto assassino de Marielle e Anderson chegou ao local, o porteiro pode ter ligado para o celular do então deputado federal Bolsonaro, que estava em Brasília. Isto é o que explica o porteiro ter dito duas vezes à polícia que falou no dia com "Seu Jair". Que motivos teria o porteiro para mentir?
  • 2. Segundo também Luis Nassif, o porteiro do depoimento está de férias. Mas moradores do condomínio foram, por conta própria, conversar com os demais porteiros. E eles garantiram que a ligação foi feita para Bolsonaro mesmo. Por que os demais porteiros mentiriam também? Continua, após o anúncio.
  • 3. Perícia do Ministério Público apurou que encontrou gravação de Ronnie Lessa — e não de Bolsonaro — autorizando a entrada de Élcio de Queiroz no Vivendas no dia da morte de Marielle. No entanto, essa perícia apresenta lacunas e não afasta a possibilidade de que áudios do sistema de comunicação tenham sido excluídos antes de serem entregues à Polícia Civil, conforme afirma matéria do UOL (31). E, no caso de exclusão, material pode ser exatamente a fala do porteiro com o "Seu Jair".
  • 4. A promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, que integra a equipe do Ministério Público do Rio de Janeiro responsável por investigar o assassinato de Marielle Franco, faz parte também da lista de frequentadores de redes sociais declaradamente fãs de Jair Bolsonaro. Que isenção ela tem para aceitar que o porteiro mentiu quando disse duas vezes que falou com o capitão no dia do assassinato da ex-vereadora?

É preciso explicar melhor todas essas questões!

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