Erros | Mensagens são mesmo do Moro, pois têm muitos erros de Português, diz professora! Veja...

As pistas que o ex-juiz deixou. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.
As pistas que o ex-juiz deixou. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O modus operandi usado é o mesmo

Categoria: Educação | O ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol estão em maus lençóis após vazamento de mensagens que trocaram sobre os processos de Lula e outros da Lava-Jato. O site Intercept Brasil jogou uma senhora bomba nas cabeças dos dois,

Modus operandi

No desespero, Moro chegou a questionar ontem (10) se as correspondências eram autênticas mesmo. Uma professora de português, no entanto, analisou trechos do que viu pela imprensa e bateu o martelo: "Eu estava em dúvida. Mas vi que as mensagens são dele mesmo. Os textos, vergonhosos do ponto de vista do uso da língua, escancaram o mesmo modus operandi [modo de agir] usado por Moro em outras situações." Após o anúncio, a professora apresenta duas das várias pistas que Moro deixou e que o incriminam.

Pista 1:

Neste trecho, explica a professora, logo de saída Moro cometeu um erro grosseiro de pontuação, ao não separar com um sinal a interjeição "olá" da fase seguinte de sua mensagem. Como "olá" tem sentido de saudação, admiração ou espanto, continua ela, o mais adequado seria usar uma exclamação. Diz também a professora: "Em seguida, ele emenda um trecho onde assassina a concordância nominal: "inverter a ordem da duas planejada." Da duas planejada? Só o Moro escreve ruim assim." Após o anúncio um outro trecho onde Moro é escrachado pela professora por conseguir transformar uma conjunção em adjetivo.

Pista 2

Aqui, diz a professora, Sérgio Moro conseguiu se superar. Ao não separar com vírgula ou outro sinal adequado os termos "decisão" (substantivo feminino) e "mas" (conjunção adversativa), o ex-juiz transforma o segundo em um adjetivo. "Coisa de louco. Só ele seria capaz disso." afirma a educadora.

Useiro e vezeiro

Provas de que os trechos analisados pela professora são mesmo de Moro é o fato de que ele é useiro e vezeiro em atacar a língua portuguesa. Ele já chamou "Câmara" dos Deputados de "Câmera" dos Deputados. Já trocou "coleta" por "colheita" e "cônjuge" por "conje". Além disso, tem enorme dificuldade em usar o verbo "haver". É um ministro burrão. Não quer estudar e deixa pistas de suas estrepolias judiciais, finaliza a docente. Ela não quis se identificar, por receio de ser perseguida pela Lava-Jato.

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