Bolsonaro quer livros com pouca escrita e propostas já começam a chegar ao MEC!

Educação | O que o capitão quer na verdade é idiotizar e alienar a juventude do País.

BLOG DO POVO | O presidente Jair Bolsonaro declarou ontem (3) que os livros didáticos no Brasil são um "lixo", pois têm um "amontoado de escrita". Ele declarou que até 2021 quer adotar publicações mais "suaves", sem a "ideologia" de Paulo Freire e com a bandeira do Brasil e o Hino Nacional na capa. 

Após o anúncio, veja algumas sugestões que se encaixam perfeitamente nas propostas do capitão e as "justificativas" para a adoção pelo MEC.

Imagem criada com o aplicativo Canva.
Imagem criada com o aplicativo Canva.

Para que um livro de Português com um amontoado de letras e palavras? Desnecessário. 

Para suavizar o estudo da Química, basta ensinar apenas a fórmula da água sem o elemento oxigênio. Fica mais fácil de o aluno entender.

Matemática com todos os números? Complicado demais! Bastar o estudante saber o que é o zero.

História? Basta um livro apenas com a capa. O resto pode-se dizer que são fatos ocultos, algo que a garotada não precisa conhecer.

E para que ensinar Geografia detalhadamente? Para que serve o aluno saber o que é Norte ou Sul?

E Física fica muito difícil se o professor for falar das Leis de Newton ou outras. Ação e reação os alunos aprendem é se estapeando na sala de aula.

Filosofia, Sociologia e Artes? Estas nem livros sem palavras é preciso ter.

Enfim: ironias, à parte, o que Bolsonaro quer na verdade é alienar e idiotizar a juventude do País.

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