Reforma | Servidores terão nova regra de transição e estados e municípios ficam fora do relatório! Veja...

Reforma deve ser barrada como um todo

Categoria: Economia | Estadosmunicípios foram excluídos do relatório da reforma da Previdência. Informação está em matéria de hoje (12) de O Globo. Notícia é boa para o funcionalismo. Mas é preciso ficar atento. Governistas pretendem incluir servidores estaduais e municipais no projeto em votação separada no plenário.

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Continua, após o anúncio.

Professores

Diz ainda O Globo que: "Outro ponto do relatório que altera o texto original da reforma é sobre a idade mínima para professores. Em vez da exigência de 60 anos para ambos os sexos, o relatório vai propor 57 para mulher e 60 para homem. Com esta e outras mudanças, a economia estimada com a reforma cai para R$ 800 bilhões, ante R$ 1,2 trilhão inicialmente." 

Transição

A regra de transição tem uma nova opção para quem está no regime próprio, ou seja, os servidores públicos. A idade mínima será de 60 anos para homem e 57 anos para mulheres. Será preciso, no entanto, pagar um pedágio de 100% sobre o tempo que falta para o servidor se aposentar. Continua, após o anúncio.

"Essa opção vai valer tanto para os servidores que entraram antes de 2003 como para os que entraram depois daquele ano. A diferença é que os que ingressaram na carreira até 2003 terão direito à paridade (mesmo reajuste de quem está na ativa) e integralidade (aposentadoria igual ao último salário)."

Capitalização

Ficou de fora do relatório também o sistema de capitalização. Ou seja, o trabalhador não terá mais que poupar para si para se aposentar. O sistema atual é de repartição, no qual os mais jovens contribuem para pagar a aposentadoria dos mais velhos. "O acerto feito com os líderes é que o governo encaminhe uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) separada para tratar de capitalização, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes."

Greve Geral

Dia 14 o Brasil inteiro vai parar contra a reforma da Previdência e outros ataques feitos pelo governo Bolsonaro contra os trabalhadores. Não adianta emendar reforma. Ela tem que ser barrada como um todo.

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