Sindicato repudia CNM e ameaça Greve Nacional em defesa do piso (12,84%) do magistério!

Educação | Reação é resposta a iniciativas de prefeitos e governadores que querem reduzir a correção do piso. 

Imagem: Agência Brasil.
Imagem: Agência Brasil.

BLOG DO POVO | O Sinte-Pi, um dos maiores e mais importantes sindicatos de Trabalhadores em Educação do País, com mais de 40 mil em sua base, lançou Nota Pública em repúdio "às manobras escusas da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) que objetivam reduzir o percentual de reajuste do Piso Nacional do Magistério de 12,84% para 3,37% em 2020." No texto, ameaça até Greve Nacional no início do ano letivo em defesa da correção do piso nacional. A entidade sindical é filiada à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Após o anúncio. veja na íntegra o teor da Nota.

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Eis a íntegra da Nota Pública:

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica no Estado do Piauí - SINTE/PI, entidade que representa mais de 40 mil trabalhadores em educação em sua base, vem a público protestar e repudiar as manobras escusas da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) que objetivam reduzir o percentual de reajuste do Piso Nacional do Magistério de 12,84% para 3,37% em 2020.

Na segunda-feira (27), os prefeitos, através da CNM pleitearam, com o apoio explícito dos governadores, à Coordenação-Geral do Fundeb, que o piso nacional do magistério passe a ser corrigido pela inflação do ano anterior e não pelo índice de crescimento do custo-aluno, como prevê a Lei Federal 11.738/08. Além disto, aquela entidade lançou a criminosa proposta de desvincular os reajustes do piso do magistério dos recursos do Fundeb.

Estes prefeitos e governadores são os mesmos que em campanha defendem investimentos em educação pública, mas, mesmo aqueles oriundos dos movimentos populares, como o governador do Piauí, Wellington Dias, ao assumir seus respectivos desgovernos, pensam e agem como qualquer fascistóide liberal, massacrando a classe trabalhadora e arrochando os salários desta.

A Greve Geral Nacional da Educação no início do ano letivo de 2020 não está descartada, estamos atentos e mobilizados, prontos para defender com unhas e dentes os nossos direitos, partindo para o embate franco contra estes gestores públicos e suas hordas nefastas para a classe trabalhadora e para a educação pública.

Teresina (PI), 3 de janeiro de 2020

Diretoria SINTE/PI

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